Ads 468x60px

sábado, 19 de março de 2011

DENGUE AVANÇA EM 16 ESTADOS DO BRASIL

A dengue avança em 16 Estados do País, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta sexta-feira (18). Nos dois primeiros meses deste ano, o Brasil registrou 155.613 casos da doença. Embora 37% inferior ao apresentado no mesmo período do ano passado, o indicador está longe de refletir uma situação de tranquilidade, sendo que a situação de Amazonas e Acre é de epidemia. Também Minas, Rio e Paraná apresentam altos índices de infecção. "Além disso, a temporada das chuvas ainda está em curso. Não podemos baixar a guarda", afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. O período de maior risco de transmissão da doença no País ocorre nesta época do ano, quando o mosquito Aedes aegypti encontra as condições favoráveis para a sua reprodução: tempo úmido e quente. "Estamos no meio do caminho. Se a tendência apresentada até agora se mantiver, certamente teremos este ano um número menor de casos da doença que em 2010. Mas, para isso, é preciso manter a prevenção", advertiu. O crescimento do número de registros foi notado nas regiões Norte, Nordeste e Sul. No Centro-Oeste, foi detectada uma redução de 81% no número de casos e no Sudeste, de 55%.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Almoço para Obama terá Baião de Dois e sorvete de graviola


Foto: Divulgação
Feijão, arroz, carne seca e queijo coalho:
O tradicional Baião de Dois
O Itamaraty fechou o cardápio do almoço presidencial que será oferecido por Dilma Rousseff a Barack Obama. Logo após uma leve salada verde, o americano será brindado com o tradicional Baião de Dois, manteiga de garrafa e com o corte bovino mais apreciado no país: a picanha. No menu constam ainda vinhos tintos, brancos e espumantes nacionais, sorvete de graviola e bolo de rolo pernambucano como sobremesa.
O almoço para Obama será servido sábado, no Itamaraty, logo após o encerramento do Fórum de CEO’s, que reunirá a partir de sexta-feira dirigentes de grandes empresas americanas e brasileiras.
O buffet está a cargo da empresa Porto Vittoria, que venceu a licitação para servir os almoços do Itamaraty. Os vinhos e espumantes são da Casa Valduga, também fornecedora licitada pela ministério e uma das vinícolas brasileiras mais premiada em concursos internacionais.
Formalidades
Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apreciava um clima informal em suas recepções no Itamaraty, optando pelo sistema de “self-service” no buffet, e levando convidados como o ex-presidente George Bush para comer churrasco na Granja do Torto, Dilma pretende dar um ar mais formal ao encontro.
A presidente escolheu o serviço à francesa, onde cada um dos comensais fica sentado à sua cadeira e vai recebendo os pratos, um a um, na ordem em que devem ser consumidos.
Jantar
O governo brasileiro e a delegação americana estudam a possibilidade de Obama se encontrar com Dilma na residência oficial da presidente, o Palácio da Alvorada. O encontro se daria na noite de sábado, onde um jantar ou coquetel seria servido e os chefes de Estado teriam mais tempo para conversar.
Se o evento for confirmado, Obama pode partir para o Rio de Janeiro somente na manhã de domingo, e não na tarde de sábado, como está programado até o momento. Na capital fluminense, o americano fará seu principal discurso à nação brasileira.

terça-feira, 15 de março de 2011

Definida organizadora do concurso público dos Correios


A Fundação Universidade de Brasília (FUB) será a responsável pela realização do concurso público nacional dos Correios, que dará oportunidade de trabalho a milhares de profissionais do mercado. O nome da organizadora foi publicado no Diário Oficial da União nº. 49, desta segunda-feira (14), e o contrato será assinado nos próximos dias.
Serão oferecidas 9.190 vagas para diversos cargos, sendo 5.060 carteiros, 2.272 atendentes, 1.014 operadores de triagem e transbordo, 796 analistas de correios (correspondente a nível superior) e 48 profissionais de medicina e segurança do trabalho.
A escolha da organizadora está dentro do cronograma divulgado pelos Correios, que mantêm o compromisso de realizar o concurso no primeiro semestre deste ano, com previsão de aplicação das provas em maio de 2011.


sábado, 11 de setembro de 2010

ALIMENTAÇÃO DO BEBÊ

Meu filho não quer comer; e agora?
Esqueça distrações e aprenda como não sair do sério com as birras
Por Minha Vida

Cena é conhecida por nove entre dez mães: depois de horas no fogão, preparando a refeição perfeita para o filhote, ele simplesmente se nega a experimentar.
Você faz aviãozinho, monta uma carinha engraçada no prato, usa toda a sua lábia, inventa histórias, promete mundos e fundos se ele provar... mas aquele bebê tão fofinho se revela um monstrinho teimoso, que não tira a mão da frente da boca.

Se forçar, pior ainda: ele cospe tudo, faz que vai vomitar e ainda abre o berreiro. Resultado: você troca o jantar por um iogurte, fica frustrada e o pequeno ainda se alimenta mal. E agora?

Para começo de conversa, saiba que negar comida é um comportamento perfeitamente normal entre as crianças. A nutricionista Teresa Bello explica que a falta de apetite pode ocorrer por diferentes motivos, até mesmo chamar sua atenção, porque o pequeno logo percebe a importância que os pais dão à refeição.

O que não é normal é isso virar hábito, colocando em risco a saúde do seu filho e transformando cada refeição num tormento. Se é o seu caso, vá ao pediatra, porque só um longo tratamento de reeducação pode transformar esse comportamento.

Se a negação acontece só de vez em quando, ou se você tem a sorte de não ter passado por isso ainda, tanto melhor, porque está em tempo de prevenir. Ensinadas desde bem pequenas, as crianças podem aprender a gostar de qualquer tipo de alimento.

Como mudar um hábito é sempre muito difícil, é essencial passar aos pequenos costumes saudáveis desde cedo. Para ajudá-la, reunimos com a ajuda da nutricionista Teresa dicas simples e eficazes para ensinar o pimpolho a comer bem e com prazer.

Até os seis meses, seu filho não precisa de nada além do leite materno

Nesse período de vida, oferecer só leite materno é mais do que suficiente, pois ele supre todas as necessidades do bebê e ainda protege contra doenças, evita diarréia, fortalece a musculatura do rosto e previne problemas de fala. Assim, a oferta de chás e água é desnecessária e ainda pode prejudicar a sucção do bebê.

Seja um bom exemplo

Quando nasce, a criança tem nas papilas gustativas, localizadas na língua, a determinação genética das preferências e aversões alimentares que terá ao longo da vida. Entretanto, a influência do ambiente em que ela vive, o exemplo dos pais e as experiências positivas ou negativas podem ser mais fortes que a genética.

Ou seja, talvez sua filha naturalmente não se sinta atraída por carne vermelha, mas com o hábito em casa, pode aprender a gostar. Maus exemplos e preconceitos também são ensinados desse jeito.

Talvez ela seja uma fã de frutas por natureza, mas se você não tem o costume de comê-las e ainda faz cara feia quando lhe oferecem uma maçã, é provável que sua filha também adquira resistência a esses alimentos. Depois não adianta exigir que a criança goste de pratos que os próprios pais não comem.

Não insista demais

Mãe sempre acha que o filho está comendo pouco e acaba forçando o pequeno a comer mais do que ele precisa ou agüenta. A oferta de um volume de alimentos maior do que a capacidade gástrica da criança diminui o prazer de comer do bebê e aumenta a ansiedade dos pais, alerta a nutricionista Teresa.

Não tente bancar a chef de cozinha testando várias misturas

Prefira os alimentos básicos e introduza-os um a um na alimentação do bebê, gradativamente. É no primeiro ano de vida que a criança conhece novos sabores e aprende sobre as texturas dos alimentos, e cabe a você apresentá-los ao pequeno e identificar uma possível intolerância ou alergia. Ofereça uma fruta, um legume ou uma verdura de cada vez, na forma de papa ou purê, amassado com o garfo, nunca liquidificado.

Aposente de vez o aviãozinho.

Inventar técnicas para fazer o filho abocanhar a comida, como distrair com um brinquedo ou com a televisão ligada e camuflar o alimento não educam para o prazer de se comer bem. Podem até funcionar na hora, mas perdem rápido seu efeito e você vai ter que exercitar muito a criatividade para criar tantas novas artimanhas. A hora de comer é hora só de comer, prestando atenção aos sabores, texturas, aromas, cores...

Substitua o alimento recusado por outro do mesmo grupo nutricional.

Você insiste no brócolis mas o bebê cospe tudo, abre o berreiro e provoca ânsia de vômito? Tente espinafre. Rejeita o feijão? Ofereça a lentilha. Insistir exageradamente em um alimento específico pode diminuir o prazer com o ato de comer, reforçando a falta de apetite , explica Teresa.

Também vale mudar o jeito de preparar. Ela não quis espinafre refogado? Ponha as folhas no suflê, na omelete, no sanduíche... Lançar mão de ervas e condimentos como pimenta, páprica e curry também pode ajudar muito. A idéia não é encobrir o gosto, mas deixá-lo mais interessante.

A criança deve comer primeiro com os olhos

Nada de gororobas misturadas. Ofereça as comidinhas em porções pequenas e coloridas, dispostas no prato em porções separadas e divertidas. De preferência, que ele possa comer sozinho, com as mãos até.

Deixe que ele descubra as cores, formas, texturas e faça combinações como quiser. Transformar o chato prato-feito em uma refeição lúdica aumenta as chances do pequeno experimentar novidades e aprender sobre o sabor de cada alimento.

Assim como o humor, o apetite pode variar de um dia para outro

Instabilidade alimentar é normal. Comeu pouco hoje? Compense os nutrientes no dia seguinte. Mas é bom deixar claro: compensar em qualidade, não em quantidade!

Não tenha medo de impor limites

Já foi comprovado que a criança nasce com preferência para o sabor doce e resistência ao amargo. Por isso, é normal preferir chocolate a espinafre. O problema está em deixar de ingerir o alimento saudável e abusar da guloseima.

Até um ano de idade, seu bebê possui um estômago mais sensível, que pode ser irritado pelas substâncias presentes nas porcarias, como enlatados e refrigerantes. Isso compromete a digestão e a absorção nos nutrientes. Resista às birras e estabeleça limites, seguindo horários fixos para fazer as refeições e insistindo em uma alimentação nutritiva.

Use a regra do três

Se seu filho está na fase de contrariar, é bem capaz que diga não só por esporte. Drible as negações propondo um trato. Ele terá que provar cada alimento três vezes para ter certeza de que não gosta. São três garfadas: a primeira para descobrir que gosto tem, a segunda para saber se é bom ou ruim, e a terceira para ter certeza.

Você vai se surpreender ao ver como a terceira garfada faz crianças mudarem de opinião! Se ele realmente não gostar, cumpra a sua parte no trato e deixe a comida de lado ao menos por essa refeição.

Alimento não é recompensa e muito menos castigo

Nada de se comer a salada pode comer a sobremesa ou vai ficar sem ver TV se não raspar o prato. Também não invente de fazer o jogo dele, em chantagens do tipo se comer tudo, a mamãe vai ficar feliz e você vai ganhar uma surpresa . A comida não deve ser vinculada a sentimentos nem prêmios.

Dentro do nível de entendimento da criança, ensine por que é realmente importante comer determinados alimentos: a cenoura é boa para a pele e os olhos, o macarrão e o arroz dão energia e o feijão deixa forte...

Não ceda à chantagem da greve de fome

Ele não quer comer o jantar balanceado e insiste em tomar sorvete. Para não deixar o pequeno de barriga vazia, você topa a chantagem e deixa ele se lambuzar à vontade, depois de prometer que vai comer direitinho na próxima refeição.

Sabe o que vai acontecer?

No dia seguinte, seu espertíssimo filhote vai recorrer à mesma tática, se negando a comer o que é certo, em troca dos seus alimentos preferidos. Não caia nessa.

Se ele não quer comer o jantar nem nenhuma das alternativas saudáveis que você ofereceu, deixe ele ir para a cama de barriga vazia. Fome só de sorvete (ou chocolate, ou bolacha, ou pão...) não existe.

Não deixe os lanchinhos melarem a disciplina

Na hora do almoço ele não quis comer nada, mas uma hora depois estava pedindo pelo lanche e se entupiu de biscoitos. Não deixe! Seja firme: se a criança disse que estava sem fome no almoço, vai ter que esperar até a hora certa do lanche e quando ela chegar, vai ter que se contentar com a quantidade correta, mesmo que a fome seja maior.

Continuou com vontade? Ensine a ela a guardar a barriga para o jantar. Depois de alguns dias, seu filhote vai perceber que não tem jogo e é melhor comer o almoço inteiro para não ficar com vontade depois.

O lanche da escola deve ser uma continuação da refeição em casa

A formação de um hábito alimentar saudável continua fora de casa. Para as crianças que fazem as refeições na escola, cabe aos pais conferir se o cardápio é variado, se é elaborado por um profissional e a forma como são apresentados os alimentos. Se o lanche é levado pronto de casa, é importante acompanhar o padrão da alimentação oferecida pela família.

Informe os avós sobre a alimentação adotada para o bebê

Antes de dizer que avô e avó estragam a criança, converse com eles sobre como seu filho está se alimentando. Se um diz que pode e o outro diz que não, o pequeno fica confuso e não sabe a quem deve obedecer. É importante estabelecer regras para que a criança não adquira hábitos negativos em relação à alimentação , diz Teresa.

Meu filho só quer comer macarrão instantâneo!

Roberta Faria é mãe de Gabriela, 7 anos, e penou com os jejuns e as chantagens da pequena que, hoje, come de tudo apesard e ainda adorar uma bobagem

A Gabi comia de tudo, mas quando estava com um ano, de uma hora para outra resolveu que só queria macarrão tipo Miojo, que tinha provado na casa dos avós. Não tinha jeito: qualquer outra comida que a gente insistisse, em casa ou na escola, ela negava. Fazia escândalos, vomitava, se arranhava e era capaz de passar dias sem comer nada além de leite.

Aos poucos consegui introduzir outros alimentos, mas nem de longe ela tinha uma alimentação bacana. Para chegar lá, tive que adotar uma linha duríssima. Não foi nem um pouco fácil: durante um ano ela pulou refeições, fez jejuns, muitos berreiros, infernizou a vida das professoras e transformou cada refeição em casa numa tortura para nós duas.

Mesmo cansada, não cedi nenhuma vez: nada de Miojo, nada de porcarias, nada de comer só o que ela queria, nada de ficar sem almoçar e se encher de bolacha no lanche. Adotei o truque das três garfadas, inventei receitas, levei-a para a cozinha comigo e deixei claro que ela pode até não gostar, mas tem que provar e algumas coisas tem que comer mesmo sem achar a maior maravilha.

Hoje a Gabi ainda não toma a iniciativa de provar uma fruta nova, mas já come tudo que eu coloco no prato, e diz na escola que sou a melhor cozinheira do mundo. É um longo e árduo caminho para mudar. Aprendi a lição: o melhor jeito para a criança não comer bobagens é simplesmente não oferecer.

Extraido da
               

NOVOS TEMPOS...


As escolhas de nossos caminhos, só são certas quando encontramos algum objetivo e nos identificamos, nos fazendo acreditar que tudo tem sentido em cada passo dado, onde as experiências vividas sempre serão válidas, fazendo ver que toda mudança abre um mundo de possibilidades e oportunidades, então nesses novos tempos, temos de nos capacitar para que em qualquer situação, possamos enfrentar as dificuldades que surgem, vencendo as adversidades que a vida impõe em nossos caminhos.