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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Brasil vence e se classifica para final da Copa das Confederações


Semifinal Brasil x Uruguai

Foi sofrido, nervoso, mas pelo placar apertado de 2 x 1, o Brasil venceu o Uruguai e está classificado para a final da Copa das Confederações. A semifinal aconteceu no Mineirão, em Belo Horizonte.
Na partida, brilharam a estrela de Julio César, que logo nos primeiros minutos defendeu um pênalti cobrado por Forlán, de Fred e Paulinho, autores dos gols, o segundo já na marca dos 40 minutos do segundo tempo. Cavani diminuiu para os uruguaios.
A final será disputada no Maracanã, domingo (30), às 16h. O adversário sairá do confronto entre Itália e Espanha, que se enfrentam nesta quinta (27).

Recorde de público no São João do Vale: 90 mil pessoas cantam e dançam ao som de Jorge e Mateus

Eles ainda não tinham nem subido ao palco, a banda fazia ajustes finais no som e o público já cantava as musicas reconhecidas através dos acordes lançados. O público estimado pela Prefeitura de Petrolina na madrugada desta quarta-feira (26) é de 90 mil pessoas, maior registrado este ano. Quando a dupla Jorge e Mateus entrou foram ovacionados com um coral vibrante acompanhando “A hora é agora”, primeira música do repertório da dupla.
O Poeta cantador Flávio Leandro e Forró Pegado também foram atrações na noite desta quarta-feira.
Por Karina Paixão
Fotos: Janko  Moura- GRFM Fonte: Blog Bodocó na Net

Câmara derruba PEC que tentava limitar o poder de investigação do MP

A Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (25), por 430 votos a nove (e duas abstenções), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impedia o Ministério Público de promover investigações criminais por conta própria.
O texto da chamada PEC 37 (entenda) previa competência exclusiva da polícia nessas apurações. Com a decisão da Câmara, a proposta será arquivada.
Pela proposta de alteração na carta constitucional, promotores e procuradores não poderiam mais executar diligências e investigações próprias – apenas solicitar ações no curso do inquérito policial e supervisionar a atuação da polícia. A rejeição da proposta era uma das reivindicações dos protestos de rua que se espalharam em todo o país.
Antes de iniciar a votação nominal, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), fez um apelo para que a proposta que limita o MP fosse derrotada por unanimidade.
“Tenho o dever e a sensibilidade de dizer a esta casa que todo o Brasil está acompanhando a votação desta matéria, nesta noite, no plenário. E por isso tenho o dever e a sensibilidade de declarar, me perdoe a ousadia, que seria um gesto importante, por unanimidade, derrotar essa PEC”, disse.
A votação foi acompanhada por procuradores e policiais, que ocupavam cadeiras na galeria do plenário da Câmara. Conduzidos pelo líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP), promotor de Justiça licenciado, parlamentares tucanos ergueram cartazes no plenário contra a PEC 37. As cartolinas estampavam “Eu sou contra a PEC 37. Porque não devo e não tenho medo da investigação. A quem interessa calar o MP?”, indagava o manifesto.
Ao abrir a sessão extraordinária, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou que era necessário votar a PEC 37, mesmo sem acordo. “Lamentavelmente chegamos a 95% de acordo. Faltaram 5% para concluirmos um texto. Esta Casa demonstrou sua vontade de estabelecer um perfeito entendimento entre o Ministério Público e os delegados. Mas na hora que não foi possível, isso não poderia ser pretexto para não votar a PEC. Ela não poderia ficar pairando”, disse.
Henrique Alves disse ainda “ter certeza” de que os parlamentares voltariam a proposta pensando no que seria melhor para o país.“ Tenho certeza de que cada parlamentar estará votando de acordo com a sua consciência, para o combate à corrupção, o combate à impunidade”, disse
Em discurso no plenário, o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (RJ), destacou o papel das manifestações populares na derrubada da PEC 37. “Lá na CCJ da Câmara a maioria dos deputados era a favor da PEC 37. A maioria desse plenário era a favor da PEC 37. [...] Essa PEC vai ser derrubada pelo povo nas ruas”, afirmou.
Todos os partidos orientaram as bancadas para rejeitar a proposta.
Ao defender a rejeição da PEC 37, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), afirmou que o partido quer dar uma reposta às manifestações. “Ninguém quer acabar com o poder de investigar. Todos nós queremos que todos investiguem. Queremos dar uma resposta à sociedade, uma resposta às ruas. Não queremos que nenhuma criminalidade fique sem investigação”, afirmou.
Autor da PEC lamenta ‘rótulo’ – O autor da proposta, deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), foi o único a defender o texto no plenário. Ele afirmou que a PEC 37 foi rotulada de forma “indevida” como sinônimo de “impunidade”.
“Essa PEC tramitou nesta Casa com 207 assinaturas, foi aprovada na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], foi aprovada na comissão especial. Lamentavelmente, num acidente de percurso, a PEC foi rotulada e alcançada por um movimento que nada tem a ver com sua propositura. Não é verdadeiro o rótulo de impunidade da PEC”. (Informações do G1 com foto da Agência Câmara) Fonte: Blog Elba Galindo

Engano? Após votar a favor da PEC 37, Sérgio Guerra pede desculpas a seus eleitores


Uma mensagem postada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) colocou o deputado federal pernambucano Sérgio Guerra (PSDB) em uma verdadeira saia justa após a votação da PEC 37., informa o Diario de Pernambuco. É que depois de orientar a bancada tucana a votar contra a proposta, o parlamentar apareceu na lista dos nove parlamentares que votaram a favor da lei, que foi derrubada com 430 votos contrários.
Sérgio Guerra chegou a postar mensagem no Twitter comemorando a derrubada da lei que retiraria do Ministério Público o poder de investigar. Em seu perfil na rede social, no entanto, Henrique Eduardo Alves publicou uma lista mostrando como votaram cada um dos deputados. Constrangido, Guerra publicou mensagem em seguida alegando que havia votado “sim”, mas por engano.

A postagem do parlamentar nas redes sociais acabou gerando repercussão negativa entre vários internautas, que acusaram Sérgio Guerra de ter mudado a versão por causa da lista divulgada. “Houve uma pequena confusão e eu errei meu voto na PEC 37. Tanto sou contra a proposta que a bancada do meu partido fechou voto contrário”, contou Guerra em sua página no Twitter. (Foto: George Gianni | Imagem Twitter: Reprodução)
Fonte: Blog Elba Galindo

terça-feira, 25 de junho de 2013

Após críticas, governo cogita recuar de plebiscito para reforma política


Após uma reunião com integrantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) nesta terça-feira (25), o governo considera recuar da proposta de um plebiscito para convocar uma Assembleia Constituinte que debateria uma reforma política. A informação foi confirmada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, que também participou da reunião. A proposta de plebiscito tinha sido lançada pela presidente Dilma Rousseff na tarde desta segunda (24), em encontro emergencial com governadores e prefeitos de todo o País.
Segundo o ministro da Justiça, o governo ainda analisa a participação popular na discussão sobre a reforma política. Além de reunião com membros da OAB nacional, Dilma encontrará também o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Encontros com representantes de movimentos urbanos também estão marcados para esta terça.
Pela proposta da OAB, o plebiscito seria da própria reforma política. A população seria convocada para decidir sobre pontos específicos que depois seriam levados para o Congresso. Cardozo disse hoje que a presidente “não defendeu uma tese”, mas falou “genericamente” sobre a convocação de uma assembleia constituinte.
Disse ainda que Dilma está aberta ao diálogo e que está disposta a receber diferentes propostas. Na proposta da OAB não seria necessário mudar a Constituição, o que seria mais ágil. O conjunto de proposições envolve apenas elementos eleitorais, como o financiamento de campanha, eleição parlamentar em dois turnos e voto em lista.
Em entrevista, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coelho, disse que a presidente ficou sensibilizada com as orientações da entidade e convencida de que convocar uma constituinte exclusiva para fazer a reforma política no País não é o mais adequado.
“Sobre a Constituinte, levamos à presidente da República o risco institucional, o perigo para as nossas instituições de uma constituinte ser convocada. Buscamos demonstrar que é possível, necessário, urgente, mais rápido e efetivo fazer uma reforma política alterando a Lei das Eleições e a Lei dos Partidos Políticos, sem alterar a Constituição Federal”, disse Marcus Vinicius ao sair da reunião que teve com a presidente Dilma Rousseff na manhã desta terça.
Segundo Coelho, a presidente foi convencida de que não é adequado convocar uma constituinte porque isso atrasaria o processo da reforma política. “Temos de fazer um plebiscito para aprovar a própria reforma política. A população tem de dizer diretamente qual a reforma política que quer, e não um plebiscito para chamar a constituinte”, relatou. “Plebiscito para que o povo venha às urnas e diga a todos que quer a reforma política, que quer financiamento democrático, voto transparente, além de ampla liberdade expressão”, acrescentou. (Do NE10 com informações e foto da Agência Brasil)
Fonte: Blog Elba Galindo